Arte em movimento

O Volkswagen Arteon é uma obra de arte. Onde o design se encontra com a funcionalidade, numa simbiose perfeita que o transforma numa inconfundível peça de joalharia. Quer esteja parado ou em movimento.

Dianteira marcante. Janelas laterais sem friso. Silhueta aerodinâmica. O Volkswagen Arteon convida-o a desfrutar da beleza. Parado, em silêncio, ou deslocando os seus 4,86 metros de comprimento. Quer esteja sozinho ou acompanhado. Os três níveis de acabamento que disponibiliza (Basis, Elegance, R Line), tantos quanto o número de motorizações existentes na gama (2.0 TDI de 150 e 190 cv; 2.0 TSI de 272 cv), permitem personalizá-lo de acordo com os gostos pessoais e as necessidades específicas de cada um.

A versão base oferece-lhe, de série, pormenores requintados e faróis modernos, com tecnologia LED. As linhas de design Elegance e R Line cumprem, também, os mais elevados requisitos, propondo, além disso, pormenores exteriores e interiores harmonizados entre si. O nível Elegance apresenta-se com uma imagem exclusiva, ao passo que a especificação R Line potencia o carácter dinâmico deste fastback de cinco portas, graças aos extras desportivos que o embelezam. Mas, independentemente da escolha que faça, as três versões partilham uma característica: o design fascinante. Que encontra nas jantes "Rosario" de 20" (tenham elas acabamento "Grafite Dark Mate" ou não) e nas inserções em preto brilhante o seu expoente máximo. Sem esquecer a vasta linha de acessórios Volkswagen, que pode ser consultada no catálogo completo.

Tudo debaixo de olho

Espaço, modernidade e funcionalidade são apenas alguns dos predicados que se coadunam com o interior. O sofisticado habitáculo seduz pela sua linguagem, de formas claras e pelos materiais selecionados. A iluminação ambiente, em conjunto com as inserções decorativas, conferem ao cockpit uma imagem requintada de elevada qualidade e que proporciona uma atmosfera de bem-estar. Já os pormenores elegantes, sublinham o elegante design. Viajar sentado nos bancos conforto de topo de gama, com os estofos "Sideways" em preto, é um verdadeiro prazer. Para mais, exibindo o Head-up-Display as informações da viagem diretamente no campo de visão do condutor. A velocidade, os sinais de trânsito, a atividade dos sistemas de assistência, as mensagens de aviso e os alertas de navegação são projetados, diretamente, no para-brisas.

O ar condicionado, de série, mantém o interior do Arteon à temperatura desejada, com o comando eletrónico a registar todas as grandezas que possam influenciar a temperatura, como a intensidade e irradiação solares e a temperatura exterior. A bagageira, com 563 litros de capacidade, cumpre todos os requisitos de uma utilização familiar. E, graças à função "Easy Open", basta um pequeno movimento com o pé por baixo do para-choques para que a abertura elétrica aconteça. Com o fecho elétrico, dotado de função de retardamento, a bagageira volta a fechar-se ao toque de um botão, facilitando as cargas e descargas.

Incomparável é, também, a lista de dispositivos de assistência à condução. Eis alguns: "Emergency Assist"; "Side Assist"; controlo automático da distância com regulação preventiva da velocidade; "Lane Assist"; "Area View"; "Front Assist"; assistente de congestionamento de trânsito; "Park Assist".
Com tudo isto, consegue-se compreender porque na vida precisamos de arte que se possa tocar e, em alguns casos, conduzir, certo?

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

"Orrrderrr!", começou a campanha europeia

Através do YouTube, faz grande sucesso entre nós um florilégio de gritos de John Bercow - vocês sabem, o speaker do Parlamento britânico. O grito dele é só um, em crescendo, "order, orrderr, ORRRDERRR!", e essa palavra quer dizer o que parece. Aquele "ordem!" proclamada pelo presidente da Câmara dos Comuns demonstra a falta de autoridade de toda a gente vulgar que hoje se senta no Parlamento que iniciou a democracia na velha Europa. Ora, se o grito de Bercow diz muito mais do que parece, o nosso interesse por ele, através do YouTube, diz mais de nós do que de Bercow. E, acreditem, tudo isto tem que ver com a nossa vida, até com a vidinha, e com o mundo em que vivemos.

Premium

Marisa Matias

Mulheres

Nesta semana, um país inteiro juntou-se solidariamente às mulheres andaluzas. Falo do nosso país vizinho, como é óbvio. A chegada ao poder do partido Vox foi a legitimação de um discurso e de uma postura sexistas que julgávamos já eliminadas aqui por estes lados. Pois não é assim. Se durante algumas décadas assistimos ao reforço dos direitos das mulheres, nos últimos anos, a ascensão de forças políticas conservadoras e sexistas mostrou o quão rápida pode ser a destruição de direitos que levaram anos a construir. Na Hungria, as autoridades acham que o lugar da mulher é em casa, na Polónia não podem vestir de preto para não serem confundidas com gente que acha que tem direitos, em Espanha passaram a categoria de segunda na Andaluzia. Os exemplos podiam ser mais extensos, os tempos que vivemos são estes. Mas há sempre quem não desista, e onde se escreve retrocesso nas instituições, soma-se resistência nas ruas.

Premium

Maria Antónia de Almeida Santos

Ser ou não ser, eis a questão

De facto, desde o famoso "to be, or not to be" de Shakespeare que não se assistia a tão intenso dilema britânico. A confirmação do desacordo do Brexit e o chumbo da moção de censura a May agudizaram a imprevisibilidade do modo como o Reino Unido acordará desse mesmo desacordo. Uma das causas do Brexit terá sido certamente a corrente nacionalista, de base populista, com a qual a Europa em geral se debate. Mas não é a única causa. Como deverá a restante Europa reagir? Em primeiro lugar, com calma e serenidade. Em seguida, com muita atenção, pois invariavelmente o único ganho do erro resulta do que aprendemos com o mesmo. Imperativo é também que aprendamos a aprender em conjunto.