Segundo uma nota do partido, hoje enviada à agência Lusa, o objetivo da moção centrista é que a Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) avalie, no prazo de 30 dias, o "alargamento da atual isenção de pagamento do estacionamento de veículos nas ruas - desde que com dístico de deficiente - passando a incluir também os parques de estacionamento geridos pela empresa municipal, algo que não sucedia até agora"..Medida semelhante deverá ser equacionada para os condutores de carros elétricos, de acordo com a nota, que assinala que o vereador do CDS-PP, João Gonçalves Pereira, pretende que "seja também avaliado o alargamento da isenção de pagamento do estacionamento, de forma a que inclua os parques geridos por esta empresa municipal"..Citado pela nota, João Gonçalves Pereira defende que estas "são duas decisões fulcrais na promoção da denominada 'mobilidade suave' em Lisboa, incentivando à aquisição e utilização de veículos elétricos na cidade, numa altura em que também diversos projetos de 'car sharing' [para aluguer e partilha de carros] com recurso a este tipo de carros estão previstos para a capital".."Fernando Medina [presidente do município] tem agora uma dupla oportunidade: a de com toda a justiça proteger a capacidade indispensável de mobilidade para as pessoas portadoras de deficiência e a de recompensar quem opta pela mobilidade elétrica pelas vantagens que daí decorrem para os cidadãos, do ponto de vista da pegada ambiental e da consequente melhoria da qualidade de vida", conclui o eleito do CDS-PP.