Chefes militares de França, Alemanha, Itália e Líbano preocupados com tensão na fronteira Israel-Líbano
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Chefes militares de França, Alemanha, Itália e Líbano preocupados com tensão na fronteira Israel-Líbano

Os oficiais militares franceses reiteraram, em comunicado, a importância de apoiar as Forças Armadas Libanesas como "garantes da estabilidade nacional".
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 Os chefes do Estado-Maior das Forças Armadas da França, Alemanha, Itália e Líbano destacaram este sábado, em Paris, "a importância da ação coletiva" para conseguir uma redução da tensão na fronteira entre Israel e o Líbano.

Reunidos desde sexta-feira na capital francesa, os oficiais militares reiteraram, em comunicado, a importância de apoiar as Forças Armadas Libanesas como "garantes da estabilidade nacional".

"O compromisso da França, Alemanha e Itália com a segurança e soberania do Líbano continua a ser uma prioridade", referiram, reafirmando o papel essencial" da UNIFIL, a força de manutenção da paz da ONU, na fronteira entre o Líbano e Israel.

A reunião decorreu paralelamente a uma série de encontros que o Presidente Emmanuel Macron manteve na sexta-feira à noite com responsáveis libaneses, com o primeiro-ministro Najib Mukati no Eliseu e com o presidente do Parlamento, Nabih Berri, por telefone.

Macron também recebeu o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Libanesas, Joseph Aoun.

O líder francês "reafirmou o compromisso da França de fazer os possíveis para evitar o aumento da violência entre o Líbano e Israel", bem como apoiar as forças libanesas.

A violência que o Médio Oriente está a sofrer após a série de ataques do Hamas a Israel em 7 de outubro deslocou-se, episodicamente, para a fronteira israelo-libanesa.

Aí, Israel trocou tiros em diversas ocasiões com a milícia xiita libanesa Hezbollah, que é apoiada pelo regime também xiita do Irão.

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