O grande show lésbico com requinte gótico

A Criada, Park Chan-wook

Aqui está catecismo fetichista à coreana. É pegar ou largar! Quem pega encontra um "filme de golpe" com malabarismos narrativos com aquele requinte que Park Chan-wook nos habituou desde os tempos do genial Oldboy- Velho Amigo. Quem largar bem que se pode queixar de um certo ar pindérico que anda a estafar este tipo de cinema de género asiático, onde os valores de produção nunca falham mas há pouco espaço para rasgos novos.


A Criada é uma história de uma mansão de um japonês sádico na Coreia ocupada. A sua noiva contrata uma nova empregada, uma jovem criminosa que tem um plano maquiavélico a meias com um pretendente da patroa. Tudo isto descamba num grande show lésbico explícito cheio de reviravoltas.
Fábula sobre o desejo feminino, A Criada deixou algum rasto de culto em Cannes, mas sente-se que os melhores dias deste cineasta estão para trás.

Classificação: ***

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