Revista de imprensa. Mais ligações entre o Chega e o 1143 e GNR acusado de torturar suspeito
Além da repercussão da escolha de Luís Neves para o cargo de ministro da Administração Interna, outras notícias marcam a atualidade deste domingo, 22 de fevereiro.
O Público avança com a informação de que o deputado do Chega, Rui Afonso, terá comprado votos a integrantes do grupo neonazi 1143.
“O deputado Rui Afonso inscreveu membros do 1143 no Chega e comprou-lhes votos para ganhar eleições internas”, disse ao jornal Tirso Faria, coordenador do núcleo de Santo Tirso da organização neonazi liderada por Mário Machado.
No Expresso, está em destaque a história de um GNR acusado pelo Ministério Público (MP) de tortura, no Algarve. A alegada vítima é um suspeito de furto de bicicletas. O sargento Ricardo Sousa foi afastado da função de comandante, mas continua a trabalhar.
O JN mostra como o aeroporto Sá Carneiro, no Porto, é a nova rota de entrada de imigrantes sem visto. A Polícia de Segurança Pública (PSP) travou a entrada em Portugal a mais de 2400 passageiros.
