Homem ferido em atropelamento na sequência de desacatos em Reguengos de Monsaraz

O ferido, de 23 anos, residente em Reguengos de Monsaraz, foi transportado para o hospital de Évora. Rui Rio questiona "a total condescendência da GNR" e pede justificações ao ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita.

Um homem sofreu ferimentos ligeiros após ter sido atropelado na sequência de desacatos junto à esplanada de um café na sexta-feira à noite, em Reguengos de Monsaraz (Évora), disseram este sábado fontes da GNR e dos bombeiros.

A fonte da GNR indicou à agência Lusa que uma das pessoas envolvidas nos desacatos se pôs em fuga num automóvel, tendo atropelado o homem.

O ferido, de 23 anos, residente em Reguengos de Monsaraz, foi transportado para o hospital de Évora, disse fonte dos bombeiros locais.

Segundo a GNR, a viatura envolvida no atropelamento, conduzida por um homem, foi encontrada posteriormente, sem o condutor, tendo este veículo e um outro, de pessoas alegadamente envolvidas na ocorrência, sido apreendidos pela Guarda.

Não há detidos, nem identificados, na sequência dos desacatos, que ocorreram cerca das 22:30, segundo a Guarda Nacional Republicana (GNR).

A Polícia Judiciária foi chamada ao local, já efetuou perícias às viaturas apreendidas e vai investigar o caso, de acordo com a GNR.

A GNR esclareceu ainda que será instaurado processo de averiguações para apuramento de eventual responsabilidade disciplinar relativamente à atuação dos militares da Guarda Nacional Republicana.

Segundo fonte dos bombeiros, durante a ocorrência foram partidas mesas e cadeiras da esplanada do café, que ficou "praticamente destruída".

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora disse à Lusa que o alerta para um atropelamento na Rua São João de Deus, em Reguengos de Monsaraz, foi dado às 23:11 de sexta-feira.

Foram mobilizados para o local bombeiros da corporação de Reguengos de Monsaraz, além da GNR.

Está a circular um vídeo nas redes sociais que mostra os desacatos.

Rui Rio, líder do PSD, já reagiu entretanto a esta notícia, questionado "a total condescendência da GNR" e pedindo justificações ao ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita.

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