Toda a zona costeira de Portugal continental esteve em aviso amarelo.
Toda a zona costeira de Portugal continental esteve em aviso amarelo.FOTO: Paulo Spranger

Agitação marítima colocou zonas de costa em alerta e com restrições

O fotojornalista Paulo Spranger captou alguns momentos com ondas altas e rebentação mais violenta junto à costa.
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A aproximação do ciclone pós-tropical Erin levou a que as zonas costeiras estivessem sob alerta e, em alguns casos, o acesso à barra marítima chegou mesmo a ser interditado.

Em causa está o agravamento das condições marítimas causado pela aproximação do ciclone, localizado a oeste dos Açores. A situação levou a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) a emitir um aviso devido à “agitação marítima forte, com ondas que poderão atingir os quatro metros na costa ocidental, podendo chegar a picos máximos de sete metros”. Isto levou a que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocasse toda a costa continental em aviso amarelo.

A situação foi mais grave durante o período de maré cheia, quando as previsões apontavam para uma subida “significativa” do nível de água, algo que podia levar a que algumas praias ficassem mesmo sem areal disponível. Era também recomendado que se procurassem zonas vigiadas e se respeitassem as bandeiras impostas, uma vez que além das ondas, houve também alterações ao nível das correntes marítimas.

O fotojornalista Paulo Spranger registou, durante esse período, alguns momentos perto de Cascais. Apesar dos avisos, houve quem os desafiasse e acabasse por se deslocar para perto das zonas marítimas, tendo ao final da tarde um homem desaparecido no mar junto à praia da Parede.

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