Tribunal deixa cair acusação contra caçador envolvido na morte do leão Cecil

A morte do Cecil, no ano passado, às mãos de um dentista norte-americano, causou grande indignação

Um tribunal do Zimbabué deixou cair as acusações contra Theo Bronkhorst, o caçador profissional que organizou a expedição que culminou com a morte do leão Cecil no ano passado, por considerar que eram "demasiado vagas" para permitir que os advogados pudessem construir a sua defesa, avança a BBC.

A morte do Cecil, no ano passado, causou grande indignação: o leão de 13 anos terá sido atraído para fora do Parque Natural de Hwange, no Zimbabué, e atingido com flechas, Depois, já ferido, foi perseguido durante dois dias, até ser abatido a tiro. A pele e a cabeça foram-lhe retiradas para serem guardadas como troféus.

Cecil era muito popular entre os visitantes do parque, o alvo perfeito para as fotografias dos turistas.

Walter Palmer, um dentista de Minnesota, fazia parte do grupo que caçou Cecil e terá sido ele a atingir o animal, mas escapou às acusações ao afirmar que tinha as autorizações necessárias para realizar a caçada fora do parque natural. Já Theo Bronkhorst, natural do Zimbabué, que estava acusado de não ter impedido a morte do leão, é agora um homem livre, mas o Estado do Zimbabué poderá ainda avançar contra ele na justiça.

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