Protesto em defesa de Trump e contra Sadiq Khan

Segundo os media britânicos, os manifestantes pertencem ao autodenominado "White Pendragons"

Um grupo de pessoas manifestou-se em Londres em defesa do Presidente dos Estados Unidos e pediu a detenção do autarca, Sadiq Khan, por este ter dito que Donald Trump não seria bem-vindo na capital londrina.

O protesto, no qual participaram cerca de dez pessoas, aconteceu momentos antes de o presidente da câmara de Londres, Sadiq Khan, discursar na sede da organização Fabian Society.

"Senhoras e senhores, estamos aqui hoje para fazer uma detenção de cidadania, não violenta e pacífica", afirmou o porta-voz do pequeno grupo de manifestantes, referindo-se a Sadiq Khan. Depois, o grupo foi escoltado pela polícia.

O incidente aconteceu um dia depois de o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter cancelado uma viagem a Londres, para inaugurar uma nova sede da embaixada dos Estados Unidos no Reino Unido.

Sadiq Khan congratulou-se com o cancelamento, dizendo que "sem dúvida, teria sido recebido com protestos maciços"

"Parece que o Presidente Trump recebeu a mensagem dos muitos londrinos que amam e admiram os Estados Unidos e os norte-americanos, mas que pensam que as suas políticas e ações são o oposto dos valores da nossa cidade de inclusão, diversidade e tolerância", disse Khan.

No Twitter, Trump afirmou que suspendeu a sua viagem porque o seu antecessor, Barack Obama, fez um mau negócio ao vender a embaixada norte-americana em Londres.

"A razão pela qual cancelei a minha viagem a Londres é a de que não sou grande fã [do facto] de a administração Obama ter vendido a embaixada provavelmente melhor e mais bem localizada em Londres por uma ninharia para construir uma nova, mal situada, por 1,2 milhões de dólares. Mau negócio", escreveu.

Querem que eu corte a fita. Não!

A decisão de construir uma nova embaixada em Londres não foi tomada por Barack Obama (2009-2017), mas por George W. Bush (2001-2009), em 2008, segundo noticiou então a imprensa.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).

Premium

nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.

Premium

Rui Pedro Tendinha

O João. Outra vez, o João Salaviza...

Foi neste fim de semana. Um fim de semana em que o cinema português foi notícia e ninguém reparou. Entre ex-presidentes de futebol a serem presos e desmentidos de fake news, parece que a vitória de Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, no Festival do Rio, e o anúncio da nomeação de Diamantino, de Daniel Schmidt e Gabriel Abrantes, nos European Film Awards, não deixou o espaço mediático curioso.