Joan Collins escapa de incêndio "aterrador". E mostra o estrago

A atriz britânica teve de ser assistida no local devido à inalação de fumo. Aproveitou as redes sociais para agradecer o trabalho dos bombeiros londrinos

"Os restos do dia". Foi assim que Joan Collins descreveu este domingo às mais de 140 mil pessoas que a seguem no Instagram o estado em que ficou o seu apartamento de Londres depois de um incêndio que deflagrou na tarde de sábado.

A atriz britânica, de 85 anos, teve de ser assistida no local devido à inalação de fumo, mas não foi necessário ser transportada para o hospital. Collins aproveitou as redes sociais para agradecer o trabalho de cerca de uma dezena de bombeiros da capital inglesa, que conseguiram extinguir o incêndio numa hora.

O fogo "aterrador", como a própria atriz descreveu, deflagrou num prédio de sete andares em Eaton Place, no luxuoso bairro de Belgravia, em Londres.

A atriz, consagrada com o título de dama pela rainha Isabel II, em 2015, usou o Twitter para agradecer, "do fundo do coração" aos bombeiros, à polícia e à equipa que a socorreu e que a confortou do susto que apanhou. Referiu-se ainda ao marido, Percy Gibson, um "herói" que apagou as chamas de uma das paredes do apartamento com a ajuda de um extintor de mão.

Os bombeiros de Londres lamentaram o sucedido e ofereceram ajuda adicional para o que a atriz precisasse após o incêndio que devastou parte do seu apartamento. "Felizmente fomos capazes de ajudar. Diga-nos se precisa de mais assistência", escreveu a corporação num dos comentários do Instagram.

De acordo com a BBC, um porta-voz da polícia metropolitana afirmou que duas pessoas tiveram de receber assistência no local e que o incêndio não teve origem suspeita.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Saúde

Empresa de anestesista recebeu meio milhão de euros num ano

Há empresas (muitas vezes unipessoais) onde os anestesistas recebem o dobro do oferecido no Serviço Nacional de Saúde para prestarem serviços em hospitais públicos carenciados. Aquilo que a lei prevê como exceção funciona como regra em muitas unidades hospitalares. Ministério diz que médicos tarefeiros são recursos de "última instância" para "garantir a prestação de cuidados de saúde com qualidade a todos os portugueses".