Carros de luxo esmagados nas Filipinas sob olhar atento de Duterte

Presidente filipino supervisionou a destruição de duas dezenas de automóveis, avaliados num milhão de dólares, que tinham sido importados ilegalmente para o país

O presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, assistiu na terça-feira em Manila à destruição de 20 automóveis de luxo, cujo valor estimado ultrapassa o milhão de dólares - cerca de 800 mil euros - e que tinham sido apreendidos pelas autoridades alfandegárias por terem sido ilegalmente importados para o país.

À medida que um porta-voz ia anunciado o ano e a marca dos veículos - Pajero, BMW, Audi, Mercedes ou Jaguar - uma máquina escavadora ia passando por cima dos automóveis, esmagando-os até ficarem completamente destruídos.

A imprensa local avançou na semana passada que os importadores estavam a leiloar carros levados ilegalmente para as Filipinas para evitar pagar os custos à alfândega, ação que terá motivado a medida drástica da presidência. Recorde-se que Francisco Duterte não tem poupado recursos para mostrar que leva a sério a luta contra a corrupção e o consumo de drogas, tendo sido alvo de críticas por parte da comunidade internacional por recorrer à força e incentivar as forças de segurança a matar traficantes e consumidores de estupefacientes.

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Anselmo Borges

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1. A perseguição aos cristãos foi particularmente feroz durante a Revolução Cultural no tempo de Mao. Mas a situação está a mudar de modo rápido e surpreendente. Desde 1976, com a morte de Mao, as igrejas começaram a reabrir e há quem pense que a China poderá tornar-se mais rapidamente do que se julgava não só a primeira potência económica mundial mas também o país com maior número de cristãos. "Segundo os meus cálculos, a China está destinada a tornar-se muito rapidamente o maior país cristão do mundo", disse Fenggang Yang, professor na Universidade de Purdue (Indiana, Estados Unidos) e autor do livro Religion in China. Survival and Revival under Communist Rule (Religião na China. Sobrevivência e Renascimento sob o Regime Comunista). Isso "vai acontecer em menos de uma geração. Não há muitas pessoas preparadas para esta mudança assombrosa".