Grécia afinal aceita FMI no terceiro resgate

Presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, garantiu que Atenas mudou de ideias e aceita participação do Fundo Monetário Internacional.

Depois de em dezembro o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, ter garantido que a participação do Fundo Monetário Internacional (FMI) no terceiro resgate à Grécia era desnecessária, Atenas veio agora aceitar que a instituição financeira liderada por Christine Lagarde faça parte do programa de assistência financeira que permite à Grécia receber milhares de milhões de euros em troca de reformas financeiras.

A participação do FMI é uma das condições em que a Alemanha tem insistido, com Berlim convencida que a Comissão Europeia como único representante dos credores pode ser demasiado branda com Atenas quanto à implementação das reformas.

"[O ministro das Finanças, grego, Euclid] Tsakalotos confirmou-me que o governo grego aceita que o FMI tem de participar no processo", garantiu à Reuters Jeroen Dijsselbloem, o presidente do Eurogrupo.

O ministro das Finanças, grego, Euclid Tsakalotos confirmou-me que o governo grego aceita que o FMI tem de participar no processo

Para participar no resgate no valor de 66 mil milhões de euros, o FMI exige que Atenas faça uma reforma das pensões e que a zona euro aceite a renegociação da dívida grega.

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