Serenatas em aldeia de Arganil retomam ciclo dedicado ao fado de Coimbra

O espetáculo "Serenatas à janela" retoma no sábado, em São Martinho da Cortiça, Arganil, um ciclo musical dedicado ao fado de Coimbra que percorrerá 19 municípios da região até abril de 2019.

Integrada num novo conjunto de espetáculos do ciclo "À volta do fado", a iniciativa "Serenatas à janela" conta com a participação de Bruno Costa (guitarra portuguesa), Nuno Botelho (guitarra clássica) e António Ataíde (voz).

São Martinho da Cortiça, no distrito de Coimbra, acolhe no primeiro dia de setembro, às 21:00, atuações "em vários locais da aldeia, replicando as tradicionais serenatas estudantis", segundo a organização do "Coimbra Região de Cultura".

Trata-se de "uma rede de programação patrimonial e cultural" que assumiu a organização de mais de 150 iniciativas, todas com entrada livre, nos 19 municípios que integram a Região de Coimbra.

No ciclo "À volta do fado", a programação "cruza o fado e a canção de Coimbra com diversas artes, saberes e sabores da cultura nacional".

Em "Serenatas à janela", no sábado, serão realizadas atuações breves em três locais diferentes de São Martinho da Cortiça, culminando o serão com um espetáculo no largo da Igreja Matriz, previsto para as 21:40.

"Pretendendo homenagear o legado do fado e da canção de Coimbra como património imaterial único, e fortalecer a sua conexão com os territórios", o ciclo "À volta do fado" inclui ainda, em setembro, os espetáculos "Coimbra com Vitorino' (Oliveira do Hospital) e "Fado pintado" (Penela), no dias 22 e 29, respetivamente.

Um julho, no âmbito do mesmo programa, já foram realizados concertos em Mira e Coimbra.

O ciclo encerra no dia 27 de abril de 2019, no Centro de Artes e Espetáculos (CAE) da Figueira da Foz, com o espetáculo "Fado dançado", que articula temas da canção de Coimbra com dança contemporânea pela Escola de Dança do Colégio Rainha Santa.

Ler mais

Exclusivos

Premium

DN Life

DN Life. «Não se trata o cancro ou as bactérias só com a mente. Eles estão a borrifar-se para o placebo»

O efeito placebo continua a gerar discussão entre a comunidade científica e médica. Um novo estudo sugere que há traços de personalidade mais suscetíveis de reagir com sucesso ao referido efeito. O reumatologista José António Pereira da Silva discorda da necessidade de definir personalidades favoráveis ao placebo e vai mais longe ao afirmar que "não há qualquer hipótese ética de usar o efeito placebo abertamente".