Mota-Engil coloca cerca de 88 ME no mercado mexicano de obrigações à taxa de 1,965%

A Mota-Engil anunciou hoje que realizou com sucesso a primeira colocação no mercado mexicano de obrigações no valor total de 1,95 mil milhões de pesos mexicanos (cerca de 88 milhões de euros) a uma taxa de 1,965%.

De acordo com a informação a que a agência Lusa teve acesso, a operação de securitização, que não envolve a banca comercial, está associada à PPP (parceria público-privada) Coatzacoalcos-Villahermosa e tem uma maturidade de 9,2 anos e uma taxa fixa com 'spread' (implícito à data de hoje) de 1,965% sobre obrigações de dívida pública mexicana com a mesma maturidade.

Esta PPP corresponde a um contrato plurianual de prestação de serviços que inclui duas componentes: uma relacionada com a reabilitação de 134,2 km de estrada e outra referente à manutenção da mesma via, num valor de 4574 milhões de pesos mexicanos (206 milhões de euros).

A emissão de novos títulos, com cotação na Bolsa Mexicana, está suportada num rating AAA por três agências.

De entre os investidores destacam-se Fundos de Pensões e Seguradoras, "numa demonstração da confiança na primeira operação de securitização associada a um contrato, incluindo construção, ao abrigo do novo regime legal mexicano de PPP".

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DN+ João

Os floristas da Rua da Alegria, no Porto, receberam uma encomenda de cravos vermelhos para o dia seguinte e não havia cravos vermelhos. Pediram para que lhes enviassem alguns do Montijo, onde havia 20, de maneira a estarem no Porto no dia 18 de julho. Assim foi, chegaram no dia marcado. A pessoa que os encomendou foi buscá-los pela manhã. Ela queria-os todos soltos, para que pudessem, assim livres, passar de mão em mão. Quando foi buscar os cravos, os floristas da Rua da Alegria perguntaram-lhe algo parecido com isto: "Desculpe a pergunta, estes cravos são para o funeral do Dr. João Semedo?" A mulher anuiu. Os floristas da Rua da Alegria não aceitaram um cêntimo pelos cravos, os últimos que encontraram, e que tinham mandado vir no dia anterior do Montijo. Nem pensar. Os cravos eram para o Dr. João Semedo e eles queriam oferecê-los, não havia discussão possível. Os cravos que alguns e algumas de nós levámos na mão eram a prenda dos floristas da Rua da Alegria.

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