Premium Ciro Gomes: Temer "merecia estar preso há 20 anos" e Bolsonaro é "um imbecil"

Entrevista DN ao ex-deputado brasileiro, antigo governador do Ceará e candidato presidencial (foi terceiro no ano passado), que não poupa nas críticas ao anterior e ao atual presidente. Mas também a Sérgio Moro e à Lava-Jato.

Ciro Gomes começou a carreira política como deputado estadual no Ceará, foi presidente da câmara de Fortaleza e aos 32 anos era governador do Ceará, o mais jovem de sempre no Brasil. Depois foi ministro da Fazenda (Finanças) com Itamar Franco, ministro da Integração Nacional com Lula da Silva e deputado federal. Em 2018, na sua terceira candidatura à presidência, ficou em terceiro lugar.

Numa entrevista ao DN, falou da atual situação política no Brasil, da detenção de Michel Temer e do impacto da Lava-Jato, assim como da decisão de Jair Bolsonaro de festejar o golpe militar de 1964. Mas também do livro que está a acabar e das ideias para o futuro, sem rejeitar uma quarta candidatura presidencial.

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Os aspirantes a populistas

O medo do populismo é tão grande que, hoje em dia, qualquer frase, ato ou omissão rapidamente são associados a este bicho-papão. E é, de facto, um bicho-papão, mas nem tudo ou todos aqueles a quem chamamos de populistas o são de facto. Pelo menos, na verdadeira aceção da palavra. Na semana em que celebramos 45 anos de democracia em Portugal, talvez seja importante separarmos o trigo do joio. E percebermos que há políticos com quem podemos concordar mais ou menos e outros que não passam de reles cópias dos principais populistas mundiais, que, num fenómeno de mimetismo - e de muito oportunismo -, procuram ocupar um espaço que acreditam estar vago entre o eleitorado português.