Premium Criminalidade nas escolas desceu, mas há mais queixas por ameaças

Apesar do decréscimo entre 2013 e 2019, os dados da PSP mostram que as ocorrências por ofensas corporais continuam a liderar entre as tipologias de crime nas escolas. Lisboa e Porto reúnem 70% do total das queixas. Subiu o número de queixas por ameaças e injúrias.

Em outubro do ano passado, uma professora da Escola Básica e Secundária Amélia Rey Colaço, em Linda-a-Velha, foi transportada para o hospital depois de ter sido agredida à cabeçada por um aluno de 14 anos. O caso não era único. O ano que agora terminou, aliás, ficou marcado por vários outros casos de agressões: quer de alunos contra professores - como o docente pontapeado por um estudante de 12 anos e aquela que foi atacada à porta da sua escola no Porto - quer de professores contra alunos.

O Ministério da Educação diz tratarem-se de "casos pontuais" e as estatísticas confirmam: o número de ocorrências registadas pela PSP diminuiu em quase mil (954) entre o ano letivo 2013/14 (período com os dados mais antigos disponibilizados pela PSP) e o ano 2018/19, passando de 3888 para 2934.

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