Toalha ao ombro, teste no bolso

Cada fim de semana, cada experiência de gestão pandémica. Os portugueses têm de voltar, uma vez mais, a adaptar-se aos novos horários e às novas regras. Já não precisam de ficar retidos na Área Metropolitana de Lisboa, mas, caso queiram ir dormir ou comer fora, têm de fazer-se acompanhar de certificado digital ou teste negativo. Como os testes em laboratórios de análises clínicas são dispendiosos para uma família média portuguesa e as farmácias continuam com filas de espera para realizar testes, o melhor é mesmo levar um autoteste no bolso e realizá-lo à entrada do hotel ou restaurante. É fácil imaginar as filas às portas desses estabelecimentos, em pleno mês de férias. Impõe-se uma nova rotina para, diz o governo, não fechar a restauração. A ver vamos se resultará ou se, desta vez, os espaços vão encher apenas de segunda a sexta - dias em que não são exigidos quaisquer comprovativos de vacinação ou de testagem - e ficar às moscas durante todo o fim de semana. Em época de férias, os veraneantes não costumam sair de casa apenas ao fim de semana, daí que quer os cidadãos comuns quer os empresários tenham dificuldade em interpretar esta decisão.

Mudando de assunto, e porque há vida além da covid-19, em Lisboa a corrida para as eleições autárquicas promete acelerar. Já são, finalmente, conhecidos oficialmente todos os candidatos - Fernando Medina foi o último a apresentar a sua candidatura -, como nesta quarta-feira Carlos Moedas vai revelar o seu programa eleitoral para a capital. A guerra entre ambos está acesa, não só pelas suas relações com os líderes dos partidos da mesma cor política (António Costa e Rui Rio), mas também pela polémica cedência de dados de cidadãos ativistas à embaixada russa. Um tema que pouco mexe com o dia-a-dia dos lisboetas, mas que alimenta a discussão entre as elites.

Novidades editoriais no seu DN

A reinvenção faz parte do ADN do Diário de Notícias desde a sua fundação em 1864. Por isso, o DN produz agora vários podcasts, acompanhando a tendência do jornalismo através da força da voz. Em www.dn.pt são várias as novidades: "Em Alta Voz" (entrevistas com os protagonistas das notícias que marcam os dias); "Descomplicómetro" (conversas descontraídas e humoradas, sobre as relações de casal, o divórcio e a parentalidade); "Nas Empresas com Quem Decide" (debates entre a Rede Mulher Líder e os seus convidados, sobre os desafios e as soluções do mundo empresarial); "Entrevistas DN" (a palavra de quem sabe aos microfones do Diário de Notícias).

Neste verão estreamos também "O Que Aconteceu Há Cem Anos", trazendo à estampa a riqueza de um arquivo único como o do Diário de Notícias, com 156 anos. As curiosidades da rubrica "Os Mais de Lisboa" e as "Conversas de Elevador" com os candidatos à autarquia de Lisboa são também novidades, a última em plataforma de vídeo.

Juntamos a estes lançamentos mais dois novos formatos editoriais: os inquéritos de verão a grandes personalidades da sociedade portuguesa e uma série de reportagens "Um Outro País" assinadas pelo fotógrafo Reinaldo Rodrigues. O mundo não para, o DN também não. Boas férias aos leitores!

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