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Aumento do subsídio de refeição na função pública custa 106,3 milhões até 2029

Os custos do aumento do subsídio de refeição são 26,5 milhões de euros por ano, totalizando os 106,3 milhões no conjunto dos quatro anos, segundo avançou fonte governamental à Lusa
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O aumento do subsídio de refeição em 15 cêntimos por ano, previsto no acordo de valorização dos funcionários públicos, tem um custo de 106,3 milhões de euros no conjunto dos quatro anos, até 2029, segundo fonte governamental.

O novo acordo, assinado esta quarta-feira pelo Governo com a Fesap e o STE e que abrange cerca de 750 mil funcionários públicos, dita que o subsídio de refeição vai subir para 6,15 euros por dia em 2026, para 6,30 euros por dia em 2027, para 6,45 euros por dia em 2028 e para 6,60 euros por dia em 2029.

Os custos do aumento do subsídio de refeição são 26,5 milhões de euros por ano, totalizando os 106,3 milhões no conjunto dos quatro anos, segundo avançou fonte governamental à Lusa.

O Acordo Plurianual 2026-2029 de Valorização dos Trabalhadores da Administração Pública prevê também, para este ano, aumentos salariais de 2,15%, com um mínimo de 56,58 euros.

Os aumentos salariais deverão ser pagos em fevereiro, com retroativos a janeiro, sendo que a intenção do Governo é formalizar esta atualização no mesmo dia que a subida do subsídio de refeição.

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