Empresas inovadoras receberam prémios Global Mobi Awards

Os prémios para os vencedores da primeira edição dos Global Mobi Awards OK teleseguros 2018, uma iniciativa do Global Media Group e do site Motor24, foram entregues na noite desta quinta-feira na Central Tejo, à margem do Lisbon Mobi Summit.

O júri, presidido por Robert Stussi, constituído por jornalistas, académicos, especialistas em mobilidade e transportes bane como representantes de empresas e associações, atribuiu oito prémios e ainda seis menções honrosas, numa cerimónia que decorreu no contexto da Lisbon Mobi Summit em Lisboa.

Os Global Mobi Awards Ok Teleseguros estão divididos em duas grandes áreas - uma primeira destinada a produtos, veículos e tecnologias e uma segunda destinada a práticas, projetos e organizações do setor da mobilidade.

O prémio Cidades, foi atribuído ao projeto de mobilidade urbana de Cascais (Mobi Cascais), enquanto o projeto para descarbonização dos transportes públicos de Coimbra dos Serviços Municipalizados de Transportes e Urbanismo de Coimbra (SMTUC) venceu o prémio destinado a Empresas/Organizações.

Na categoria Cidadania, o projeto vencedor foi o MUV Fundão, apresentado pela Bag Consulting. No que respeita aos prémios destinados aos produtos, tecnologias e veículos, os vencedores foram: Nissan Leaf (Carro Elétrico), Hyundai Ioniq PHEV (Carro Híbrido e Plug In), UOU Electric Vehicle (Veículo Elétrico Leve), Volvo Pilot Assist (Tecnologia de Apoio) e Nissan e-NV200 (Veículo Elétrico de Frotas).

Foram ainda atribuídas Menções Honrosas aos seguintes projetos: MUV Viseu, Be Águeda (CM de Águeda), Just Drive (Zeev), Lisboa cidade mais sustentável (EMEL), Construção de ciclovia e passagem pedonal na Ponte 25 de Abril (Alma Lisboa) e Ecovoltas solidárias (Ecokart Portugal).

Mais de 40 entidades apresentaram candidaturas nas diversas categorias destes prémios.

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Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.