Real Madrid terá proposto a Messi salário superior ao de Ronaldo

Merengues estavam dispostos a pagar cláusula de rescisão de 250 milhões de euros e a pagar uma média de 23,125 M líquidos por ano durante oito temporadas, segundo informação avançada pelo El Mundo e Der Spiegel, obtida através do Football Leaks

O Real Madrid esteve disposto, no verão de 2013, a cobrir os 250 milhões de euros da cláusula de rescisão de Lionel Messi ao Barcelona e a pagar uma média de 23,125 milhões de euros líquidos anuais durante oito temporadas ao argentino. A informação foi avançada pelo jornais espanhol El Mundo e pelo alemão Der Spiegel e foi obtido através do Football Leaks.

O ordenado oferecido ao craque dos catalães seria superior ao de Cristiano Ronaldo, que meses antes tinha acordado a renovação de contrato até 2018 a troco de 15 milhões de euros líquidos por ano. A proposta foi apresentada pelo advogado de Messi, Iñigo Juárez, que se tinha encontrado com os principais responsáveis merengues, ao pai do jogador, Jorge Messi, que teria direito a um milhão de euros.

O emblema da capital espanhola comprometia-se ainda a ajudar o argentino nos problemas com o fisco e em deixá-lo ficar com todos os ganhos dos contratos de imagem assinados antes do verão de 2013, sem partilhar nada com o Real, o que significava mais 20 milhões de euros por temporada.

O presidente dos blancos, Florentino Pérez, terá sugerido mesmo fretar dois aviões e fechar o acordo em pleno ar. O primeiro avião serviria para acolher a bordo os Messi e o seu advogado, mais Florentino, o diretor desportivo do Real e um especialista fical, munidos de uma proposta de contrato. Uma outra aeronave iria depois apanhar o jogador e o pai aonde quer que tivessem aterrado para os devolver ao seu local de férias, enquanto o líder merengue regressaria a Madrid no primeiro avião.

O Real Madrid, que entretanto já desmentiu a notícia, acabou por contratar Gareth Bale ao Tottenham nesse verão, por 101 milhões de euros.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).

Premium

nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.