Águias avançam com processo em tribunal contra diretor de comunicação do FC Porto

Em causa acusações de alegada corrupção por parte de Francisco J. Marques

O Benfica vai avançar com um processo em tribunal contra Francisco J. Marques, diretor de comunicação do FC Porto, revelou fonte encarnada ao DN.

Em causa estão as acusações de Francisco J. Marques ao Porto Canal, na noite de terça-feira, EM QUE o dirigente acusou os encarnados de corrupção, divulgando alegadas trocas de e-mails entre o diretor de conteúdos da BTV, Pedro Guerra, e ainda o antigo árbitro Adão Mendes.

"A 28 de janeiro de 2014, naquele que é o primeiro campeonato do tetra do Benfica, Adão Mendes enviou um email a Pedro Guerra com passagens como estas. 'Sobre a arbitragem não temos que ser mãozinhas. O primeiro-ministro [alegadamente Luís Filipe Vieira, de acordo com Francisco J. Marques] é um grande homem e líder. Hoje o Benfica manda e os outros não mexem nada. O resto virá por acréscimo", disse o dirigente portista, apontando os nomes dos árbitros revelados na troca de emails.

"Jorge Ferreira, Manuel Mota, Nuno Almeida, Vasco Santos, Hugo Pacheco, Rui Silva e Bruno Esteves, à data de 22 de janeiro de 2013, e ainda Paulo Batista, estavam ao serviço do Benfica. É o que ele [Adão Mendes] diz. Isto é um esquema de corrupção para favorecer o Benfica. Agora é esperar que as autoridades façam alguma coisa. Estou disponível para entregar isto a quem entender. Vamos averiguar quem são os padres que ordenam nas missas que celebram", salientou durante o programa do Porto Canal.

Esta quarta-feira, e já depois de contactados pelo DN, a SAD dos encarnados confirmou através de comunicado que vai avançar com o tal processo a Francisco J. Marques. "O Sport Lisboa e Benfica repudia e desmente de forma veemente as falsas e absurdas insinuações do diretor de comunicação do FCP e avançará com o correspondente processo-crime por difamação e outros processos que se justifiquem. Considerando que mais não visam do que desviar as atenções da crise e graves problemas por que passam outras instituições", lia-se.

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