O Presidente angolano, João Lourenço, que falava em Lisboa, permitiu a intervenção, mas não autorizou que declamasse o poema, considerando, pouco depois, questionado pelos jornalistas, que o caso de 27 de maio de 1977 é "um dossiê delicado" que ainda apresenta "feridas profundas" na sociedade..Esta visita de Estado de três dias, que termina hoje, é também a primeira do género de um Presidente angolano a Portugal desde 2009, e envolveu a assinatura de 13 acordos entre os dois governos, tendo João Lourenço anunciado ainda que o chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa, visitará Angola em 2019..Durante a visita, João Lourenço disse antever "um futuro promissor" nas relações entre Portugal e Angola, e prometeu um "clima desanuviado" nas relações entre Luanda com Lisboa..A visita de Estado termina hoje e o Presidente regressa a Luanda no domingo.