Caio Júnior, o treinador, representou Vit. Guimarães, Estrela e Belenenses

O treinador da equipa do Chapecoense jogou vários anos em Portugal. Marcou aos "três grandes" e queria treinar o Vitória de Guimarães
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Caio Júnior, treinador da equipa do Chapecoense, jogou vários anos em Portugal ao longo da sua carreira de futebolista, tendo representado Vitória de Guimarães, Estrela da Amadora e Belenenses.

O antigo avançado chegou a Guimarães em 1987 e teve uma passagem marcante pelo Vitória, ao realizar 114 jogos e apontar 31 golos.

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Em 1992, mudou-se para o Estrela da Amadora. Subiu com o clube à I Liga e permaneceu na equipa mais uma temporada, antes de rumar ao Belenenses e despedir-se, no final da época, de Portugal, em 1995.

Pelo Vitória, Caio celebrou a conquista da Supertaça Cândido de Oliveira, em 1998, embora não tenha jogado frente ao FC Porto, e venceu a II Liga pelo Estrela da Amadora. Marcou golos aos "três grandes" e admitiu, já em 2016, numa entrevista, que gostaria de treinar o Vitória de Guimarães em Portugal.

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"Por todos os motivos, seria o clube perfeito para mim", afirmou, em declarações ao MaisFutebol, ele que considerou o treinador João Alves a pessoa que mais o marcou no futebol nacional. Afinal, o atual comentador da SIC Notícias treinou-o nos três clubes nacionais por onde passou.

"Os treinadores portugueses evoluíram muito, mas acredito no meu trabalho. Gosto de equipas organizadas e ofensivas. Para mim seria um privilégio trabalhar no país que criou José Mourinho e Jorge Jesus. Trocar ideias e opiniões. Adoraria voltar a Portugal", disse Caio.

O ex-futebolista iniciou a carreira de treinador em 2000 e teve passagens por Japão, Qatar e Emirados Árabes. No Chapecoense desde o início do ano, o técnico preparava-se para o jogo mais marcante da carreira, a final da Taça Sul-Americana, quando o avião que transportava a equipa brasileira se despenhou perto do aeroporto internacional de Medellín, acidente do qual resultou a morte de 76 dos 81 passageiros, segundo o general Jose Acevedo, chefe da polícia daquela área da Colômbia.

Entre os sobreviventes estão o guarda-redes Marcos Danilo Padilha, de 31 anos, o guarda-redes suplente Jackson Follmann, de 24 anos, e o lateral Alan Ruschel, de 27 anos.

Marcelo Boeck, ex-guarda-redes do Sporting, não integrava a comitiva e escapou à tragédia.

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