"Estamos a chegar ao fim de um ano orçamental de excelência"

O primeiro-ministro ficou calado no hemiciclo. Já nos Passos Perdidos, aos jornalistas, deixou o elogio da execução do OE atual e expressou "confiança" no que aí vem
Publicado a
Atualizado a

António Costa não falou esta terça-feira aos deputados em defesa do Orçamento do Estado para 2017, mas à saída do plenário da Assembleia da República parou nos Passos Perdidos para, em dois minutos, fazer uma declaração aos jornalistas. Sem responder a perguntas.

Para o primeiro-ministro, este é o Orçamento de "reforçada confiança", retomando uma palavra-chave do discurso final da ministra da Presidência (que encerrou em nome do Governo o debate). Segundo Costa, esta confiança é "acrescida pelas provas que demos ao longo deste ano", traduzida agora numa "votação tão alargada".

Afinal, como notou o chefe do executivo, "estamos a chegar ao fim de um ano orçamental de excelência, onde foi possível cumprir os compromissos que assumimos com os portugueses, de devolução dos rendimentos das famílias, de criação de condições para o investimento e onde iremos ter o défice mais baixo de todo o nosso período democrático".

Ladeado pelo ministro das Finanças, Mário Centeno, e pelo secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos, Costa disse que o Governo mostrou "que a alternativa é possível e que vai continuar a reforçar o rendimento das famílias, aumentar o investimento público e a criar melhores condições para o investimento privado".

[artigo:5524893]

Artigos Relacionados

No stories found.
Diário de Notícias
www.dn.pt