Exclusivo O doce e amargo do realismo da maternidade

O novo disco de Rita Redshoes é um de diário de bordo desde o tempo de maternidade ao pós-nascimento da sua filha. Um trabalho realista com tudo o que de bom e menos bom acontece a quem é mãe, e pai, pela primeira vez.

Rita Redshoes apresenta o seu Lado Bom. Este é o nome do seu quinto trabalho que traz duas novidades: é o primeiro álbum totalmente em português; e o primeiro desde que se estreou no papel de mãe. Aliás é essa "viagem" que nos conta através das suas novas canções. Uma espécie de "diário de bordo" do processo desde a maternidade ao pós-parto, com tudo o que de bom e mau passou. Rita ressalva que apesar de feminino não é um álbum só para mulheres, "é para todos".

Este trabalho tem várias novidades. É o seu álbum mais intimista?
Sim, tem essa novidade porque é o primeiro álbum totalmente em português. É um trabalho muito pessoal e emotivo porque foi escrito num período de tempo ainda alargado desde que engravidei ao pós-parto. É uma espécie de diário de bordo dessa experiência tão avassaladora que é ter o primeiro filho. Acho que nunca se está preparado para ser mãe ou pai pela primeira vez. É todo um mundo novo. E também há aquela questão de voltarmos às memórias da nossa infância e até, de certa forma, compreendermos melhor os nossos pais. Esse processo tem sido tão rico e tão assustador ao mesmo tempo que resultou numa série de canções.

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