«Viajar é um sinónimo direto de viver»: uma crónica de José Luís Peixoto

Perder e ganhar ao mesmo tempo Com boas intenções, avisam-nos que temos de ir o mais depressa possível. Tens de ir a Cuba antes que morra o Fidel, dizem-nos. Dizem-nos também: tens de ir ao Myanmar rapidamente, antes que abra; daqui a poucos anos, será apenas mais um país no Sudeste Asiático. Não faltariam outros exemplos. São muitos os países e cidades onde se tem de ir o mais depressa possível. Estão em evolução acelerada e, do ponto de vista do visitante, garantem-nos que essa mudança será seguramente para pior. Mas não é verdade que todos os lugares do mundo […]

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