O que falta, o que temos: uma crónica de José Luís Peixoto

Quanto falta para chegarmos? Falta pouco, respondo aos meus filhos. E fazemos um jogo em que, à vez, pensamos em qualquer coisa e, fazendo perguntas de sim ou não, os outros tentam adivinhar. Ou contamos anedotas. Começamos por não recordar nenhuma mas, logo a seguir, vamo-nos lembrando. Estava um português, um francês, um inglês, um papagaio e o menino Zezinho. Cada anedota faz que nos lembremos de mais uma ou duas e, pouco depois, chegamos a um ponto em que temos de marcar vez para falar. As paisagens sucedem-se nas janelas. Avançamos no sentido contrário das árvores que passam por […]

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