Tem milhares de amigos nas redes sociais? Não se engane, só mantém contacto com 150

Estudo de psicólogo da Universidade de Oxford demonstra que apesar da natureza hipersocial do homem que só é possível manter relação com um grupo limitado dos seus contactos

Tem Facebook? Construiu uma rede de amigos com centenas ou milhares de nomes? Pois bem, fique a saber que apesar de tantos contactos só lhe é possível estabelecer uma relação com 150 pessoas. No máximo.

Robin Dunbar, um psicólogo evolucionista da Universidade de Oxford, descobriu que, apesar da explosão das redes sociais na última década, o ser humano apenas consegue manter, no limite, relação com 150 dos seus contactos. De acordo este cientista, este limiar é imposto pelo tamanho do cérebro e pela química, assim como o tempo necessário para manter relacionamentos significativos. "O tempo que você gasta é crucial", explica Dunbar num artigo publicado na revista Scientific American.

Apesar de os humanos serem criaturas extremamente sociais, com uma natureza hipersocial, apesar de centenas contactos no Facebook e de milhares de seguidores no Twitter ou no Instagram, os cientistas defendem que nos estamos a enganar. Pois, o ser humano só consegue realmente manter cerca de 150 relacionamentos significativos a qualquer momento.

Pelo menos, é o que têm vindo a provar estudos após estudos. O agora levado a cabo por Dunbar, que já na década de 1990, tinha feito investigação sobre a rede de contactos significativos é o ser humano capaz de desenvolver, vem agora confirmar que a maioria das pessoas tem entre cinco a 15 amigos íntimos, 50 amigos em geral e 150 conhecidos.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).

Premium

nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.

Premium

Rui Pedro Tendinha

O João. Outra vez, o João Salaviza...

Foi neste fim de semana. Um fim de semana em que o cinema português foi notícia e ninguém reparou. Entre ex-presidentes de futebol a serem presos e desmentidos de fake news, parece que a vitória de Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, no Festival do Rio, e o anúncio da nomeação de Diamantino, de Daniel Schmidt e Gabriel Abrantes, nos European Film Awards, não deixou o espaço mediático curioso.