Disparam os pedidos de apoio para a compra de carros elétricos

Do início do ano até hoje, Fundo Ambiental do governo recebeu 1244 candidaturas para compra de veículos elétricos. É mais 50% do que no ano passado.

A compra de veículos elétricos em Portugal soma e segue - e os pedidos de apoio à comparticipação do Fundo Ambiental também. No primeiro ano em que o governo alargou as candidaturas às motorizadas e às bicicletas elétricas, elas aumentaram 50 por cento em relação ao mesmo período de 2017.

Para os automóveis houve 1222 requerimentos - e 66 candidaturas foram excluídas por não cumprirem os requisitos do ministério do Ambiente. Nos motociclos e ciclomotores houve 22 pedidos, 20 dos quais aprovados.

Quem apostou na compra de um carro elétrico recebe 2250 euros de apoio, enquanto que no caso das duas rodas a comparticipação vai até 20 por cento do total da compra, num limite máximo de 400 euros.

Criado em 2016, o Fundo Ambiental disponibiliza verbas para reduzir os efeitos das alterações climáticas em Portugal. Um dos principais vetores é este programa de reconversão de frota automóvel dos combustíveis fósseis para os elétricos. As candidaturas continuam abertas para pessoas singulares (o governo dá apoio à aquisição de uma unidade) ou coletivas (num máximo de cinco unidades).

Ler mais

Exclusivos

Premium

Daniel Deusdado

Estou a torcer por Rio apesar do teimoso Rui

Meu Deus, eu, de esquerda, e só me faltava esta: sofrer pelo PSD... É um problema que se agrava. Antigamente confrontava-me com a fria ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite, e agora vejo a clarividente e humana comentadora Manuela Ferreira Leite... Pacheco Pereira, um herói na cruzada anti-Sócrates, a voz mais clarividente sobre a tragédia da troika passista... tornou-se uma bússola! Quanto não desejei que Rangel tivesse ganho a Passos naquele congresso trágico para o país?!... Pudesse eu escolher para líder a seguir a Rio, apostava tudo em Moreira da Silva ou José Eduardo Martins... O PSD tomou conta dos meus pesadelos! Precisarei de ajuda...?

Premium

arménios na síria

Escapar à Síria para voltar à Arménia de onde os avós fugiram

Em 1915, no Império Otomano, tiveram início os acontecimentos que ficariam conhecidos como o genocídio arménio. Ainda hoje as duas nações continuam de costas voltadas, em grande parte porque a Turquia não reconhece que tenha havido uma matança sistemática. Muitas famílias procuraram então refúgio na Síria. Agora, devido à guerra civil que começou em 2011, os netos daqueles que fugiram voltam a deixar tudo para trás.