Detetados 14 casos de sarampo na região de Lisboa e Vale do Tejo

Catorze casos de sarampo foram detetados na região de Lisboa e Vale do Tejo desde o dia 8 até esta quarta-feira, dez deles confirmados laboratorialmente pelo Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge.

De acordo com a Direção-geral de Saúde "estes casos configuram a existência de dois surtos distintos, ambos com origem em casos de doença importados de países europeus".

A DGS refere que, "até à data, todos os casos confirmados são em adultos, um dos quais se encontra internado e clinicamente estável", sem indicar onde.

Segundo a DGS, está em curso uma "investigação epidemiológica detalhada", que inclui "a investigação laboratorial de todos os casos".

A Direção-geral de Saúde explica que o vírus do sarampo é transmitido por contacto direto com as gotículas infecciosas ou por propagação no ar quando a pessoa infetada tosse ou espirra, e os doentes são considerados contagiosos desde quatro dias antes até quatro dias depois do aparecimento da erupção cutânea.

"Os sintomas de sarampo aparecem geralmente entre 10 a 12 dias depois da pessoa ser infetada e começam habitualmente com febre, erupção cutânea (progride da cabeça para o tronco e para as extremidades inferiores), tosse, conjuntivite e corrimento nasal", alerta.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Brexit

"Não penso que Theresa May seja uma mulher muito confiável"

O diretor do gabinete em Bruxelas do think tank Open Europe afirma ao DN que a União Europeia não deve fechar a porta das negociações com o Reino Unido, mas considera que, para tal, Theresa May precisa de ser "mais clara". Vê a possibilidade de travar o Brexit como algo muito remoto, de "hipóteses muito reduzidas", dependente de muitos fatores difíceis de conjugar.

Premium

Pedro Lains

"Gilets jaunes": se querem a globalização, alguma coisa tem de ser feita

Há muito que existe um problema no mundo ocidental que precisa de uma solução. A globalização e o desenvolvimento dos mercados internacionais trazem benefícios, mas esses benefícios tendem a ser distribuídos de forma desigual. Trata-se de um problema bem identificado, com soluções conhecidas, faltando apenas a vontade política para o enfrentar. Essa vontade está em franco desenvolvimento e esperemos que os recentes acontecimentos em França sejam mais uma contribuição importante.