Arqueólogos preparam-se para abrir sarcófago de granito no Egito

Antes de abrir o sarcófago é preciso uma longa preparação

Arqueólogos egípcios preparam-se para abrir um enorme sarcófago de granito preto descoberto no início de julho em Alexandria, no Egito. Com quase três metros, é um dos maiores descobertos nas escavações da antiga cidade e foi encontrado intacto juntamente com uma cabeça de alabastro, ambos enterrados há dois milhares de anos.

A descoberta foi anunciada no Facebook pelo ministério de Antiguidades.

"Esperamos que este túmulo pertença a um alto dignitário" da dinastia ptolemaica, que começou depois de a morte de Alexandre o Grande, três séculos antes de Cristo, disse Ayman Ashmawy, do ministério das antiguidades do Egito, citado no The Guardian.

"Quando abrirmos o sarcófago, esperamos encontrar objetos intactos, que nos ajudem a identificar esta pessoa e a sua posição", acrescentou.

Antes de abrir o sarcófago, no entanto, é preciso uma longa preparação: terá de ser aberto no local, uma vez que o seu peso e dimensão tornam muito complicado o transporte para o museu - só a parte de cima pesa 15 toneladas e está enterrado a cinco metros da superfície.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

Os irados e o PAN

A TVI fez uma reportagem sobre um grupo de nome IRA, Intervenção e Resgate Animal. Retirados alguns erros na peça, como, por exemplo, tomar por sério um vídeo claramente satírico, mostra-se que estamos perante uma organização de justiceiros. Basta, aliás, ir à página deste grupo - que tem 136 000 seguidores - no Facebook para ter a confirmação inequívoca de que é um grupo de gente que despreza a lei e as instituições democráticas e que decidiu fazer aquilo que acha que é justiça pelas suas próprias mãos.

Premium

Margarida Balseiro Lopes

Falta (transparência) de financiamento na ciência

No início de 2018 foi apresentado em Portugal um relatório da OCDE sobre Ensino Superior e a Ciência. No diagnóstico feito à situação portuguesa conclui-se que é imperativa a necessidade de reformar e reorganizar a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), de aumentar a sua capacidade de gestão estratégica e de afastar o risco de captura de financiamento por áreas ou grupos. Quase um ano depois, relativamente a estas medidas que se impunham, o governo nada fez.