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Queima das fitas

30 mil litros de álcool à espera da primeira Queima das Fitas de Lisboa

É a primeira de nome, mas a 34ª da história. Lisboa seguiu os passos de outras cidades como Porto e Coimbra e criou a sua própria Queima das Fitas, onde além da festa dedica uma semana a eventos culturais e de tradição académica. Começa hoje e até terá espaço para entrevistas a candidatos europeus.

Já lá vai uma semana desde a Queima do Porto e de Coimbra, desde há muito consideradas as maiores celebrações académicas do país. Lisboa nem por ser capital conseguiu alcançar o que as duas cidades deram aos seus estudantes universitários: uma semana inteira de festa e despedidas de ciclos, de capa preta ao ombro ou não. Pelo menos, até hoje. Esta quarta-feira inicia-se a primeira Queima das Fitas de Lisboa, até então designada Semana Académica de Lisboa e apenas com cariz festivo, num recinto em Carcavelos, até 18 de maio. Fizemos uma visita guiada pelo local, à conversa com o presidente da Associação Académica de Lisboa (AAL), Bernardo Rodrigues, 26 anos.

A Avenida Jorge V, em Carcavelos, já não desagua apenas na praia, que por estes dias o sol convidou a encher. Agora, há outro destino, ali mesmo antes de pôr um pé no areal, o recinto de três mil metros quadrados onde decorrerá a primeira Queima das Fitas de Lisboa, mas onde tantas Semanas Académicas já tiveram lugar. "A praia é só um extra", disse Bernardo. O espaço é o maior com que podem sonhar, depois de tantas hipóteses rejeitadas. Porquê Carcavelos? O presidente da AAL e estudante universitário em Lisboa explica que organizar este evento na capital tinha constrangimentos horários. Tiveram em vista o Parque da Bela Vista, o Terra Plano, ou mesmo o Parque Tejo, mas para nenhum destes lhes era concedido licenciamento para que a festa se prolongasse além das 2:00 da manhã.

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