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Extintas... e renascidas. Espécies que se julgavam perdidas mas não estão

Três espécies que não eram avistadas há muitas dezenas de anos reapareceram nesta semana. Não são casos únicos. Os biólogos conhecem bem o fenómeno.

A maior abelha do mundo, a Megachile pluto, que foi identificada pela primeira vez em 1858 pelo naturalista britânico Alfred Wallace, na ilha de Bacan, na Indonésia, estava desaparecida há 38 anos, mas um feliz acaso levou uma equipa de biólogos ao seu encontro, numa outra ilha do arquipélago. Foi esta semana. Poucos dias antes, a tartaruga-gigante Chelonoidis phantasticus, conhecida pelo nome comum de tartaruga-da-ilha-nórdica, que já ninguém via há um século, voltou a aparecer. Estava na ilha Fernandina, território do Equador. E um felino do Quénia - uma pantera-negra -, que se julgava extinto, foi captado, a vaguear na savana, por uma câmara fotográfica automática, depois de ter andado cem anos arredado do olhar humano. Extintos? Afinal não, e estes até nem são fenómenos assim tão raros.

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