Nuno Santos é defendido por jornalistas e trabalhadores

O Conselho de Redação e a Comissão de Trabalhadores consideram nos pareceres que enviaram à administração da empresa, que o ex-diretor de informação não pode ser considerado culpado no processo disciplinar que lhe foi instaurado e que não deve ser punido.

O Conselho de Redação (CR) diz no parecer, a que o DN teve acesso, que as responsabilidades imputadas a Nuno Santos, no caso do visionamento por parte da PSP das imagens em bruto da manifestação de 14 de novembro de 2012, não são esclarecidas no documento do procedimento disciplinar. Este orgão representativo dos jornalistas realça que os autos contém depoimentos contraditórios e, por isso, o ex-diretor de Informação não pode ser considerado culpado.

A Comissão de Trabalhadores (CT) aponta para vícios existentes no processo disciplinar com vista a despedimento e conlui também que não existem provas que apontem para a culpa do jornalista no caso Brutosgate, defendendo que o mesmo não deve ser punido.

O CR defende ainda que o caso tenha um desfecho breve e razoável, o que seria positivo face ao futuro da empresa, e apela para que o Conselho de Administração, liderado por Alberto da Ponte, encontre uma solução interna para o caso.

Contactado pelo DN, Nuno Santos não quis fazer comentários.

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