Portugal e o Festival: colocou a RTP um prego no caixão?

Pedro Granger, Nuno Galopim, Luís Jardim e Simone de Oliveira debateram a ausência de Portugal na Eurovisão e a importância do festival ao longo dos anos.

Mudança. De modelo, de atitude, de canções. Foram estas as principais conclusões a que chegaram Pedro Granger, Nuno Galopim, Luís Jardim e Simone de Oliveira. A convite da NTV, o apresentador, o crítico, o produtor e a artista debateram a renúncia da RTP à participação de Portugal no Festival Eurovisão da Canção, em 2013, por questões orçamentais.

Apesar de pontos em comum, os convidados nem sempre foram unânimes no seu parecer e a opção da estação pública em não estar presente na edição do próximo ano do certame, que se realiza em Mälmo, na Suécia, ainda gerou ânimos exaltados.

"Se for por restrições orçamentais, concordo, até porque, normalmente, quando a comitiva portuguesa vai, leva as pessoas que deve e também as que não deve - porque vão à pala. Se é por acharem que Portugal não tem canções à altura discordo. Arranjem-nas. Há músicos, há cantores, compositores. É preciso é não ter as gravadoras, os amigos, os conluios e as cunhas", atira Simone de Oliveira, que participou no concurso em 1965, com o tema Sol de Inverno , e em em 1969, com Desfolhada Portuguesa .

(leia a versão na íntegra na edição de hoje da revista Notícias TV)

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