Neil Patrick Harris apresenta Emmys pela segunda vez

Depois de, em 2009 ter entretido os espectadores durante a gala de entrega dos prémios de televisão norte-americanos, o ator que veste a pele de Barney na série Foi Assim que Aconteceu, está de regresso à cerimónia dos Emmy Awards.

"Não poderia estar mais honrado e entusiasmado por apresentar os Emmy Awards deste ano", admitiu Neil Patrick Harris numa declaração. "E que timing perfeito - Apenas vou ter de fazer exatamente o mesmo guião que estou a preparar para os Tonys", atirou na brincadeira o ator, que irá conduzir também a gala de entrega de prémios de teatro norte-americanos a 9 de junho.

Aos 39 anos, Harris prepara-se então para conduzir pela segunda vez a cerimónia de entrega dos prémios de televisão, que irá ser emitida nos Estados Unidos a 22 de setembro.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.

Premium

Ruy Castro

À falta do Nobel, o Ig Nobel

Uma das frustrações brasileiras históricas é a de que, até hoje, o Brasil não ganhou um Prémio Nobel. Não por falta de quem o merecesse - se fizesse direitinho o seu dever de casa, a Academia Sueca, que distribui o prémio desde 1901, teria descoberto qualidades no nosso Alberto Santos-Dumont, que foi o verdadeiro inventor do avião, em João Guimarães Rosa, autor do romance Grande Sertão: Veredas, escrito num misto de português e sânscrito arcaico, e, naturalmente, no querido Garrincha, nem que tivessem de providenciar uma categoria especial para ele.