Canal processado por homicídio involuntário

Na gravação de uma série, o canal autorizou a utilização de pirotecnia que acabou por sofrer uma grave avaria, atingindo uma mulher, Teddy Flanell, e matando-a. O incidente ocorreu em junho de 2012, mas a família vem agora tentar punir os responsáveis.

O processo foi apresentado na semana passada, no Estado de Colorado (EUA), por Melvin Bernstein, o marido da vítima. Este dirige-se à Discovery Communications acusando a produtora de não ter recorrido a um fabricante autorizado para os dispositivos pirotécnicos e de não ter obtido as permissões necessárias para os utilizar.

Com isto, Bernstein pretende levar a empresa a uma audiência com júri e conseguir uma indemnização de cerca de 75 mil dólares (cerca de 57 mil euros) pelo fatal acidente.

Esta não é a primeira vez que o Discovery Channel se vê envolvido em questões jurídicas. Há cerca de duas semanas foi também acusado de homicídio involuntário pela mãe de um operador de câmara, Darren Rydstrom, que faleceu em fevereiro num acidente de helicóptero durante as gravações de um programa.

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