Maria Rueff confessa os seus medos e as suas glórias

Assume-se esquizofrénica, nervótica e eléctrica, mas diz-se uma privilegiada por fazer o que gosta ao lado de amigos. Ainda tem medo de falhar, mas diz que está melhor. E considera que o país ainda não sabe rir de si próprio.

Questionada sobre se seria capaz de participar num reality show. "Jamais Sou timidíssima. Preferia lavar escadas. Não estou aqui para ser vedeta. Calha o meu trabalho ser público. Calha. O trabalho para mim tem de ter dignidade. Tenho valores muito estanques e certos que me passaram os meus pais. Preferia vender cautelas num quiosque do que prostituir-me. Há ali qualquer coisa de falta de dignidade".

Leia a entrevista completa no e-paper do DN.

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