Comitiva de 'Laços de Sangue' feliz à chegada a Lisboa

Diogo Morgado, Diana Chaves, Luís Marques e Pedro Lopes não esconderam o orgulho por terem trazido para Portugal o Emmy na categoria de Melhor Telenovela.

Foi por volta das 6.30 de hoje que a comitiva da novela Laços de Sangue, galardoada com um Emmy na noite de segunda-feira, desembarcou no aeroporto de Lisboa. O sorriso estava estampado nos rostos de Diogo Morgado, Diana Chaves, Luís Marques (director da SIC) e Pedro Lopes (autor da novela), que não hesitaram em posar para as objectivas com a estatueta dourada na mão.

A protagonista da trama revelou o que sentiu na altura em que percebeu que a ficção portuguesa tinha sido, pelo segundo ano consecutivo, brindada com um Emmy. "Foi giro. Não estavamos à espera porque no ano passado Portugal já tinha ganho e é um sentimento tipicamente português. Até demorámos algum tempo a reagir quando ouvimos o nome 'Laços de Sangue'. Foi super emocionante", salientou Diana Chaves.

O actor Diogo Morgado, que na trama assinada por Pedro Lopes interpretou o médico João, também ficou surpreendido com a conquista do prémio. "Foi mais do que especial até porque não estava mesmo à espera de ganhar. E foi bom porque quando o nome foi anunciado, ficámos doidos", frisou, visivelmente satisfeito.

Já o autor de Laços de Sangue confessou no aeroporto da Portela que viajou para Nova Iorque com "grandes expectativas" de vir a ganhar o troféu, o que veio mesmo a acontecer. O director da SIC, Luís Marques, também manifestou a sua alegria pelo facto de a ficção da SIC, em co-produção com a Globo, ter trazido mais um Emmy para o nosso País.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Anselmo Crespo

No PSD não há inocentes

Há coisas na vida que custam a ultrapassar. A morte de alguém que nos é querido. Uma separação que nos parece contranatura. Ou uma adição que nos atirou ao charco e da qual demoramos a recuperar. Ao PSD parece terem acontecido as três coisas em simultâneo: a morte - prematura para os sociais democratas - de um governo, imposta pela esquerda; a separação forçada de Pedro Passos Coelho; e uma adição pelo poder que dá a pior das ressacas em política.