Corámos de vergonha? Não acredito!

Pensar, dez anos depois, que corámos de vergonha ao ver o Big Brother, faz-nos... corar de vergonha. Depois disso, já vimos a mesma casa cheia de uns tantos "famosos" à espera de pagar as suas contas; já vimos uma inocente virgem a brincar com um... massajador facial; já vimos uma peixeirada entre uma socialite e um ex-transformista que chama "bicha" a toda a gente; já vimos um apresentador de referência a promover uma "bruxa da tusa"; já vimos um apresentador brasileiro a babar-se perante as simuladas traições de casais portugueses; já vimos uma senhora cândida que fala com espíritos de mortos. Pelo meio, felizmente, escapámos por pouco ao parto em directo da cantora Ágata, mas já fomos obrigados a ver, à hora do jantar, as intimidades do cantor Toy.

Aqui chegados percebemos como tudo isto é volátil. O que parecia o grau zero da indignidade (a "rapidíssima" filmada debaixo do edredão de Marco e Marta) é hoje apenas uma inocente brincadeira de crianças. Preliminares, portanto...

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