'Jornal Digital' permite personalizar conteúdos

A rede social acaba de lançar o 'Paper', uma nova aplicação, que dá a possibilidade aos utilizadores de visualizarem as notícias por secções

Paper - Stories from Facebook (em tradução livre, Histórias do Facebook) é o nome com que foi batizado este "leitor de notícias", que permite aos internautas selecionar os conteúdos do Facebook que querem ver, por secções, tal como se se tratasse de um jornal digital.

Em vésperas do seu 10.º aniversário, celebrado esta terça-feira, a rede social quis mostrar a sua crescente aposta nos dispositivos móveis, e lançou o Paper, que está apenas disponível (por enquanto) para smartphones e tablets com sistema operativo iOS, nos EUA.

Mas, menos de 24 horas após ser lançada, a nova aplicação já está a gerar controvérsia. Em causa está o nome, Paper, que pertencia já a outra aplicação disponível na App Store, desde 2012: o Paper da empresa Fifty Three.

Executivo da empresa, Georg Petschnigg, já veio a público criticar a escolha do nome Paper para a nova aplicação do Facebook, tendo pedido à rede social para "deixar de usar" a sua marca. "Pedimos, por escrito, que deixassem de usar o nome. Mas a resposta deles foi que pediam desculpa por não nos avisarem antes, mas que iriam continuar a lançar o produto", rematou.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

A "taxa Robles" e a desqualificação do debate político

A proposta de criação de uma taxa sobre especulação imobiliária, anunciada pelo Bloco de Esquerda (BE) a 9 de setembro, animou os jornais, televisões e redes sociais durante vários dias. Agora que as atenções já se viraram para outras polémicas, vale a pena revistar o debate público sobre a "taxa Robles" e constatar o que ela nos diz sobre a desqualificação da disputa partidária em Portugal nos dias que correm.

Premium

Rosália Amorim

Crédito: teremos aprendido a lição?

Crédito para a habitação, crédito para o carro, crédito para as obras, crédito para as férias, crédito para tudo... Foi assim a vida de muitos portugueses antes da crise, a contrair crédito sobre crédito. Particulares e também os bancos (que facilitaram demais) ficaram com culpas no cartório. A pergunta que vale a pena fazer hoje é se, depois da crise e da intervenção da troika, a realidade terá mudado assim tanto? Parece que não. Hoje não é só o Estado que está sobre-endividado, mas são também os privados, quer as empresas quer os particulares.