Cofina desvaloriza acusações do SJ

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) apontou ontem, em comunicado, comportamento "escandaloso" do grupo Cofina

"Jornalistas ao serviço do Correio da Manhã e da TV Guia, do grupo Cofina, estão a ser abordados individualmente com vista ao seu despedimento selectivo, arbitrário e ilegal", refere um comunicado emitido ontem pelo Sindicato dos Jornalistas (SJ) e no qual o mesmo órgão denuncia  o comportamento "escandaloso" da Cofina Media, grupo presidido por Paulo Fernandes.

Fonte oficial da Cofina (dona de outras publicações como a revista Sábado, o jornal Record e os gratuitos Destak e Meia Hora) declarou ao DN que a empresa "não tem prevista qualquer alteração na sua prática de gestão, nem está a ponderar efectuar qualquer despedimento colectivo", salientando a "actividade contínua de recrutamento e dispensa de recursos humanos" como eventual motivo por trás das acusações lançadas pelo SJ. Descreve ainda o sindicato, no mesmo documento, que alguns jornalistas foram informados de que seriam contactados pelos serviços de recursos humanos da Cofina, "a fim de procederam à rescisão dos respectivos contratos de trabalho". Segundo este órgão representativo dos trabalhadores, os "critérios de selecção dos trabalhadores abrangidos" não foram especificados. E qualifica esta conduta como um "ataque" à "dignidade pessoal e profissional dos jornalistas".

Ao que a Cofina apontou a gestão "eficiente e dinâmica dos colaboradores" por parte da empresa como razão para os despedimentos. A. E.

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