Algumas engenhocas do 'Inspector Gadget' já são reais

Futuristas para a época, alguns dos objetos que facilitavam a vida das personagens dessa série infantil dos anos 80 e 90 já se tornaram realidade.

Muitas obras de ficção já tentaram adivinhar como a vida seria facilitada com o desenvolvimento tecnológico. Mas muitas desses previsões ainda não foram concretizadas. No entanto, alguns dispositivos que ajudavam a desvendar os mistérios investigados pelo desastrado 'Inspector Gadget', metade humano e metade robô, já estão presentes no mundo real.

O blog espanhol 'NM Actualidad' fez uma lista de dez invenções que já existem na atualidade.

A revista utilizada por Penny, sobrinha e ajudante do detetive, assemelha-se muito a um 'tablet'. Através deste protótipo de 'iPad', a rapariga fazia vídeo-chamadas para o tio e acedia a uma base de dados que controlava outros dispositivos para enfrentar o inimigo.

O inspetor podia voar graças a umas hélices que saiam do seu chapéu, o 'Gadgetocóptero', um dos seus aparelhos mais sensacionais. Um protótipo de um helicóptero pessoal foi apresentado pela empresa japonesa Hirobo, no final do ano passado. O equipamento, que transporta apenas uma pessoa, pode atingir a velocidade de 100 quilómetros por hora.

A comunicação entre o detetive e o seu chefe era feita através de um telefone instalado numa das suas luvas. Hoje esses acessórios já existem: podem ser feitas chamadas com uma luva equipada com bluetooth, fabricada por uma empresa italiana.

O incrível carro da personagem, cheio de funcionalidades, já tinha a rota calculada e era orientado a chegar ao seu destino através de um sistema de navegação por satélite, como os nossos práticos GPS.

Para comunicar discretamente com o seu cão, que ficava atento para Gdget não se meter em confusões, Penny utilizava o seu relógio inteligente. Como um pequeno 'smartphone', que já foi incorporado às pulseiras por algumas companhias.

Além dessas invenções, o chapéu de chuva integrado, câmaras de vigilância, braços robóticos controlados pelo pensamento, tecnologias que rapidamente ficam obsoletas e crianças que percebem mais as novas tecnologias do que os adultos são algumas tendências que completam a lista.

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