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Tempos que marcam

Pedro Fernandes: "Provámos, mais uma vez, que o ser humano consegue adaptar-se a qualquer realidade"

O apresentador e radialista descreve o período do confinamento como "extremamente difícil" mas se tivesse que descrever numa palavra a crise pandémica que atravessamos considera escolhia "adaptação". Para Pedro Fernandes a covid-19 mostrou a capacidade do ser humano de se adaptar a todas as realidades, até uma das mais complicadas. No futuro, o apresentador gostaria que "a pegada ecológica de todos nós fosse muito menor", porque o período em todos abrandámos mostrou que "o planeta reagiu rapidamente e sarou imensas feridas".

Tempos que marcam

José Eduardo Martins: "2020 é o ano do cataclismo da vida que eu vou viver"

O advogado defende que "nenhuma estrutura política, pelo menos, no mundo livre" estava preparada para lidar com a crise pandémica que atravessamos. Segundo José Eduardo Martins, vivemos um período de "grande desnorte" mas temos que aprender a lidar e a viver com "uma coisa que está tudo menos para se ir embora". O destacado militante do PSD considera também que "2020 foi o ano em que tudo mudou para pior" e lamenta "não estar mais otimista".

Tempos que marcam

Justa Nobre: "Estamos apreensivos sobre o que poderá vir a ser a nossa vida"

A chef destaca a tristeza com que estamos a viver estes tempos de reflexão sobre a crise pandémica. Para Justa Nobre, os dias de confinamento em que apenas servia refeições em take away tiveram um lado positivo: "voltar a jantar em casa com a família". O lado negativo é que foi também um período "deprimente" em que vivia "ligada às notícias" sobre a covid-19. No futuro, Justa Nobre deseja que o mundo se torne "mais equilibrado" e mais resiliente.

Tempos que marcam

Raúl Fangueiro: A Fibra da ciência em tempos de incerteza

Nestes longos meses coube à ciência a tarefa hercúlea de encontrar respostas para um problema insólito como a COVID19. Raúl Fangueiro é professor universitário e pai da plataforma Fibrenamics - uma equipa de investigadores com um grande conhecimento na procura de soluções desenvolvidas a partir de materiais à base de fibras - e que esteve na linha da frente no desenvolvimento de um livro branco para os dispositivos de proteção individual em plena pandemia. Com o confinamento, a vida de professor, de investigador e de pai aconteceu plenamente em casa, num processo de digitalização que se deu sem grandes dificuldades. Destes tempos, sublinha marcas da ciência de instituições como a "Universidade de Lisboa", a "Universidade do Minho" e o "CEIIA" - que desde o desenvolvimento dos testes rápidos para detetar o vírus, à produção de ventiladores, foram entidades imparáveis mesmo em tempos de pandemia.

Tempos que marcam

Eugénio Campos. Quando o "convívio" é como uma jóia rara e preciosa na vida de todos.

Eugénio Campos viveu nos meses de estado de emergência momentos difíceis. Para o designer de jóias a paragem afetou todo o negócio à excepção da loja online. Foi um tempo de reflexão na vida e no futuro do negócio, mas também sobre a fragilidade da condição humana que - acredita - "não tem a força que achávamos que tinha antes da pandemia". Apesar disso, não deixou de criar uma jóia para ajudar quem estava na linha da frente do combate à pandemia. Desenhou uma jóia - "Arco Iris" - cuja margem de comercialização reverteu diretamente para a ala COVID do Hospital de São João. E nos dias de confinamento, foi no Spotify e no Netflix que o criador de jóias encontrou um escape para lidar com a incerteza que estes tempos trouxeram a todos nós.

Tempos que marcam

Gonçalo Rebelo de Almeida: "Precisamos de confiança para voltar a ter o máximo de normalidade"

O hoteleiro considera que a crise pandémica trouxe inicialmente "um clima de medo e pânico" ao setor mas que agora chegou o momento de ter confiança e aprender a viver com a pandemia. Para Gonçalo Rebelo de Almeida o período de confinamento "foi duro" porque o impossibilitou não só de viajar mas também o contacto direto com os clientes, duas das coisas que mais gosta de fazer. A memória que destaca desta época é a da "fragilidade de todos nós nesta passagem pelo mundo".

COVID-19

Edson Athaíde: Os trabalhos jornalísticos foram "âncoras de realidade muito importantes"

O CEO e Diretor Criativo da FCB Lisboa considera que a nível profissional um dos fatores positivos da pandemia de Covid-19 foi a descoberta de que o teletrabalho "funciona e é algo válido" para as empresas. Edson Athaíde confessa que apesar de gostar de estar em casa ao fim de três meses, o facto de não poder sair começou a "doer um bocadinho". Uma memória que o publicitário irá recordar deste período é a festa de aniversário mais animada da última década, em que celebrou "em cinco países ao mesmo tempo". O criativo frisa também que uma das coisas que mais o marcou na paisagem mediática foram os trabalhos jornalísticos que lhe forneceram "âncoras de realidade" nesta crise pandémica.

Tempos que marcam

João Miranda. A agilidade do setor Agroalimentar que ficará na memória

Depois do pânico inicial perante as incertezas e o desconhecido, João Miranda, chairman da Frulact, empresa especializada na produção de preparados de fruta, destaca a resiliência de um setor que garantiu a continuidade das cadeias de fornecimento de alimentos pelos supermercados mas também de matérias-primas para a indústria agro-alimentar em todo o país. Nestes tempos, ficarão para sempre as marcas dos afetos limitados pela distanciamento, mas também as marcas de artistas que, como Vihls, usaram o talento que têm para agradecer a quem esteve na linha da frente na luta contra a COVID19. Este vídeo faz parte de uma nova série, às terças e sextas no DN.

Tempos que marcam

Sofia Ramos. Os gestos e os sorrisos que marcam a restauração

TEMPOS QUE MARCAM. Sofia Ramos é dona do Terra Viva, um restaurante vegetariano localizado em Espinho. Declarado o Estado de Emergência ela e a família perceberam que o encerramento seria inevitável. Mas quando olha para trás, o que recorda com mais definição não são as dificuldades impostas pelo confinamento, mas antes a voz amiga de clientes e de fornecedores que continuaram a dar notícias, oferecendo ajuda e mantimentos. Igual atitude terá tido a Delta Cafés, razão para que esta seja a marca que fica na memória desta empresária de restauração. Este vídeo faz parte de uma nova série , às terças e sextas no DN.

Sónia Morais Santos

Férias sem filhos? Sim, claro. "Antes de sermos pais, somos um casal"

"Antes de sermos pais e mães, somos um casal. E antes de sermos um casal, somos pessoas." Por isso, defende Sónia Morais Santos, além do tempo com os filhos, precisamos de ter tempo de qualidade individualmente. E a dois. Para a autora do blogue Cocó na Fralda é vantajoso, por exemplo, tirar alguns dias de férias sem os filhos. Ganham os adultos, ganham as crianças, porque lhes estimula a autonomia, e ganham os avós que podem passar tempo com os netos. A opinião de uma prática mãe de quatro filhos - que garante que não vai ao quinto - e [...]