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David Azevedo Lopes: "As nossas vidas continuam em suspenso"

Tempos que marcam

David Azevedo Lopes: "As nossas vidas continuam em suspenso"

O presidente da AEON Japão considera a solidão em que os mais velhos têm vivido e a impossibilidade de despedida dos que sucumbem à doença, que uma das partes mais difícil de aceitar da pandemia de Covid-19. David Azevedo Lopes iniciou funções numa empresa japonesa antes do período do confinamento e profissionalmente tem vivido este período com "a enorme frustração" de não se poder mudar para o outro lado do mundo. No futuro, o gestor considera que teremos que aprender a viver com o Covid-19 e destaca que o vírus não deve justificar o aprofundar de desigualdades nem pôr em causa o primado da democracia.

Tempos que marcam

Luís Alves. A resiliência que marca os tempos de pandemia de um agricultor

Em 10 hectares de quinta no meio da cidade, Luís Alves, sentiu-se um privilegiado para quem o "confinamento" foi muito menos claustrofóbico do que o do comum cidadão. Agricultor e responsável pelo projeto "Cantinho das Aromáticas" em Vila Nova de Gaia, revela-nos que a adversidade é uma constante na vida de um agricultor. A pandemia foi mais uma. Mas confessa ter enfrentado estes tempos com uma grande dose de esperança. A esperança de que esta paragem tenha resultado numa reflexão generalizada e para uma nova atitude perante o futuro, que passe pela mudança de mentalidades até face à agricultura, onde a produção local passe a estar cada vez mais ao alcance do consumo local. Pois como ele mesmo diz, "quando o agricultor não planta, a cidade não janta". Este vídeo faz parte de uma nova série, às terças e sextas no DN.

Tempos que marcam

Liliana Tavares. Os olhares que marcam na linha da frente

TEMPOS QUE MARCAM. Na linha da frente do serviço de doenças infecciosas do Hospital de São João, Liliana Tavares foi um dos rostos escondidos por trás de cogulas, máscaras e óculos, protegida por uma espécie de escafandro contra o Covid19. Neste mergulho pelos tempos que vivemos vem à tona o que marca: a incerteza, a esperança e a entrega total a uma luta sem tréguas contra o vírus. Para ela, a "Glovo" e a "Uber Eats" são as marcas que se destacam num tempo onde o confinamento foi incontornável. Este vídeo faz parte de uma nova série , às terças e sextas no DN.

Passo muito tempo no trabalho

Sónia Morais Santos e as mães que vivem com sentimentos de culpa

"Eu não gosto de brincar com os meus filhos. Faço um frete." Há onze anos, quando Sónia Morais Santos escreveu isto pela primeira vez no blogue Cocó na Fralda, não fazia ideia que tanta gente se iria rever naquelas palavras. Para a jornalista, este e outros sentimentos de culpa continuam a perseguir muitas mulheres. Do tempo que passam no trabalho ao facto de não amamentarem ou não terem tido um parto natural, há angústias comuns a muita gente. Entrevista de Paulo Farinha

Júlio Machado Vaz

"Com a minha mãe falava de tudo, com o meu pai tive um amor envergonhado"

Podia ter sido apenas psiquiatra, psicoterapeuta, sexólogo e professor. Mas, há precisamente trinta anos, começou uma aventura na rádio e, a partir daí, o comunicador de emoções nunca mais parou. Veio a televisão, os livros, as crónicas na imprensa, as conferências. Aos 69 anos, Júlio Machado Vaz continua a dar consultas e a fazer-se ouvir todos os dias na rádio. E continua a ser o nome mais conhecido em Portugal quando se fala de relações. E da relação entre razão e emoção. Uma longa entrevista de vida e carreira, da série "Ninguém Disse que Isto ia Ser Fácil", com passagem [...]