Vida e Futuro

COVID-19

Edson Athaíde: Os trabalhos jornalísticos foram "âncoras de realidade muito importantes"

O CEO e Diretor Criativo da FCB Lisboa considera que a nível profissional um dos fatores positivos da pandemia de Covid-19 foi a descoberta de que o teletrabalho "funciona e é algo válido" para as empresas. Edson Athaíde confessa que apesar de gostar de estar em casa ao fim de três meses, o facto de não poder sair começou a "doer um bocadinho". Uma memória que o publicitário irá recordar deste período é a festa de aniversário mais animada da última década, em que celebrou "em cinco países ao mesmo tempo". O criativo frisa também que uma das coisas que mais o marcou na paisagem mediática foram os trabalhos jornalísticos que lhe forneceram "âncoras de realidade" nesta crise pandémica.

14 perguntas (e respostas)

Tudo o que precisa de saber sobre os testes à covid-19

Todos os dias saem notícias novas sobre testes à covid-19. Há uns que dão os resultados em 40, 50 ou 90 minutos, mas a maioria das pessoas que já fez um teste só ficou a saber se era negativo ou positivo na melhor das hipóteses 24 horas depois. Porquê? E qual é a diferença entre os testes de diagnóstico e os serológicos? É preciso prescrição médica ou qualquer pessoa pode fazer? Os seguros cobrem? Quanto custa? E onde fazer? A resposta a estas e outras perguntas já a seguir.

gastronomia

O Português e o Mar

Por força da pandemia pela primeira vez na história não nos podemos juntar em festas, arraiais nem nas vezeiras sardinhadas, com fumo e cheiro pelo ar em cada recanto do país. É tão trágico quando transitório, e adivinhamos tempos complexos a esperar-nos. O momento não podia ser melhor para uma espécie de voo rasante de gaivota sobre aquilo que nos liga visceralmente ao mar e que nos torna únicos no mundo inteiro. Esperamos que a viagem que lhe propomos seja sobretudo para encontrar forças e ânimo. Sentados à boa mesa portuguesa vencemos sempre.

Tempos que marcam

Luís Alves. A resiliência que marca os tempos de pandemia de um agricultor

Em 10 hectares de quinta no meio da cidade, Luís Alves, sentiu-se um privilegiado para quem o "confinamento" foi muito menos claustrofóbico do que o do comum cidadão. Agricultor e responsável pelo projeto "Cantinho das Aromáticas" em Vila Nova de Gaia, revela-nos que a adversidade é uma constante na vida de um agricultor. A pandemia foi mais uma. Mas confessa ter enfrentado estes tempos com uma grande dose de esperança. A esperança de que esta paragem tenha resultado numa reflexão generalizada e para uma nova atitude perante o futuro, que passe pela mudança de mentalidades até face à agricultura, onde a produção local passe a estar cada vez mais ao alcance do consumo local. Pois como ele mesmo diz, "quando o agricultor não planta, a cidade não janta". Este vídeo faz parte de uma nova série, às terças e sextas no DN.