Rui Cardona Ferreira

Opinião

Não podemos esquecer, nem voltar a falhar

Com a diminuição do número diário de novos infetados pelo novo coronavírus, e também com a diminuição do número global de doentes internados - em parte, provavelmente, ainda à custa de um número de mortos intoleravelmente elevado -, enfrentamos o sério risco da banalização e da insensibilidade geral perante a tragédia, do suspiro de alívio demasiado cedo. E suspirar de alívio ou atirar para trás das costas a memória deste tenebroso início de 2021 é, precisamente, o que não podemos fazer.