risco de incêndio

Rosália Amorim

Quando se falha na gestão chamamos-lhe "fogo"

As temperaturas estão altas e não há como negar essa realidade. As alterações climáticas vão agudizando o modo como vivemos no planeta e exigem uma nova forma de gestão da floresta, dos meios, da água e da política também. O primeiro-ministro já apelou à responsabilidade de cada um e recorda que só há um fogo "com mão humana". Todos ouvimos ontem essas palavras de António Costa com a devida cautela e responsabilidade, mas todos sabemos também que, a cada ano que passa, é sempre a mesma coisa e o que parece - e por vezes o que parece é - é que o país nunca está devidamente preparado para combater os grandes incêndios.