o inquérito do nilton

O INQUÉRITO DO NILTON a Abel Xavier

"Portugal tem muitos treinadores de bancada"

Ex-internacional português em 20 ocasiões, o defesa fez parte da geração de ouro do futebol português e integrou a seleção sub-20 que conquistou o Mundial da categoria em 1991. Estreou-se na Liga pelo Estrela da Amadora, tendo depois sido contratado pelo Benfica em 1992. Foi campeão nacional na Luz, de onde saiu para o Bari (Itália). Seguiram-se várias experiências no estrangeiro, que levaram Abel Xavier a jogar em países como Espanha, Holanda, Inglaterra, Turquia, Alemanha ou Estados Unidos. Depois de se se retirar dos relvados, estreou-se como treinador ao serviço do Olhanense em 2012-13.

O INQUÉRITO DO NILTON a Marques Mendes

"Ultimamente ando sem barriga. Mas dá muito trabalho"

Licenciado em Direito na Universidade de Coimbra, Luís Marques Mendes foi líder do PSD entre 8 de abril de 2005 e 12 de outubro de 2007. Exerceu também vários cargos governamentais, o último dos quais como ministro dos Assuntos Parlamentares no XV Governo (2002--04). Atualmente faz também comentário político na SIC. Nos tempos livres, ficou conhecida a sua ligação ao desporto aquático, nomeadamente como bodyboarder.

O INQUÉRITO DO NILTON A Francisco Pinto Balsemão

"Era incapaz de estar nuzinho numa praia..."

Francisco José Pereira Pinto Balsemão nasceu a 1 de setembro de 1937. Foi fundador do PSD/PPD, primeiro-ministro de Portugal entre janeiro de 1981 e junho de 1983. De dirigente político ativo passou a jornalista ativo, até se dedicar à vida empresarial. É presidente e chefe executivo da holding Impresa e presidente do conselho de administração da SIC, a primeira estação de televisão privada em Portugal.

O INQUÉRITO DO NILTON A COSTINHA

"Odeio quem está na praia aos gritos ao telefone"

Francisco José Rodrigues da Costa (Costinha), ex-médio-defensivo e internacional português em 53 ocasiões, Costinha passou diretamente da II Divisão (Nacional da Madeira) para o Mónaco, na Liga francesa. Após quatro anos, regressou a Portugal para jogar no FC Porto, onde viveu a melhor fase da sua carreira, conquistando uma Liga dos Campeões, uma Liga Europa e uma Taça Intercontinental, além de vários troféus nacionais. Seguiram-se passagens pelo Dínamo de Moscovo, Atlético de Madrid e Atalanta, antes de pendurar as chuteiras e abraçar o posto de diretor desportivo do Sporting. Após esta experiência como dirigente, cargo que também exerceu no Servette (Suíça), Costinha passou a desempenhar funções de treinador, tendo trabalhado, para já, no Beira-Mar e no Paços de Ferreira.