Miguel Guimarães

Opinião

Imortalidade da relação médico-doente

O futuro é hoje e o mundo digital renova-se diariamente para benefício de todos. Muito se tem falado do progresso digital e consequentes ganhos em saúde. A valorização das rotinas e a otimização de resultados está cada vez mais depende do virtuosismo tecnológico. A computação cognitiva já é uma realidade. E a capacidade de colocar os computadores e a informação global ao serviço das pessoas e da medicina, tornando-se insubstituíveis por permitirem "pensar" mais longe e mais rápido, traz, naturalmente, inequívocas vantagens. Mas e o real relacionamento entre as pessoas? Como se preserva o essencial da relação entre médicos e doentes?