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Maria Antónia de Almeida Santos

Uma estrada universal para a felicidade

Não sou pessimista se afirmar que vivemos tempos de inquietação. À semelhança do que acontece com as alterações climáticas, em que começa a haver uma consciencialização súbita de que estas serão, afinal, bastante mais próximas, também a nossa perceção do potencial perigo das atuais convulsões do mundo para a democracia e as liberdades ganha contornos mais nítidos. Essa inquietação não é necessariamente má. Se lhe conseguirmos consignar o escopo de contribuir para a reflexão coletiva, já terá tido utilidade.